Paella com lagosta e vieira e duelo de Dom Pérignon versus Moët & Chandon

“Venham Depressa meus irmãos, estou provando estrelas!” Dom Pérignon

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Introdução

Amigos, hoje é um dia muito especial pois iremos provar um dos maiores ícones do mundo dos vinhos: o Dom Pérignon! Me arrisco a dizer que, talvez, não exista um outro vinho que represente tão bem a noção de opulência e chiquesse do que esse vinho. Estamos diante do representante máximo da noção de espumante! E para acompanhar esse colosso, iremos fazer uma receita à altura: uma paella com lagosta, lagostim, vieiras e muito mais. Allons-y mes amis!

Quem foi o Dom Pérignon?

Amigos, já tivemos aqui no blog um post contando uma breve história do champagne (link) e um falando do duelo entre um champagne e um espumante brasileiro (link). Então nesse aqui iremos falar um pouco apenas sobre esse ponto tão importante da história: o Dom Pérignon.

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Para que possamos entender um pouco porque essa bebida fez tanto sucesso é importante entendermos porque a França se tornou esse exemplo de chiquesse. Provavelmente o maior exemplo de esplendor da história tenha sido o do rei sol, o Luís XIV:

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Esse foi provavelmente o inventor da moda moderna. Usava 4 pares de roupas diferentes por dia e sua megalomania não possuía limites. Chegou a afirmar que o estado era ele mesmo (L’état c’est moi), exemplo máximo do absolutismo e grande defensor da cultura vinícola. Seu reinado de 72 anos (1643 – 1715) é considerado o maior do planeta. Em seu governo teve fim a Guerra dos trinta anos com a assinatura do tratado de Westfália em 1648 (considerado por muitos como o marco do surgimento dos estados modernos, pois inaugurou o moderno sistema Internacional, ao acatar consensualmente noções e princípios, como o de soberania estatal e o de estado-nação). Também foi em seu governo que se desenvolveu uma forma de mercantilismo bem diferente: o colbertismo.

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Jean-Baptiste Colbert foi um político francês que ficou conhecido como ministro de Estado e da economia do rei Luís XIV. Como ministro de Luís XIV, Colbert quis tornar a França a nação mais rica da Europa, e para isso implantou o mercantilismo industrial, incentivando a produção de manufaturas de luxo visando a exportação. A ideia não era apenas produzir em quantidade como Adam Smith pregou 100 anos depois, mas vender sofisticação!

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E foi nessa época que o vinho francês e, também, o de outros países como o tokaji húngaro (preferido de Luís XIV) ganhou prominência mundial e sofisticação. O próprio Luís XIV era grande fã do recém-descoberto Champagne!

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Pierre-Pérignon nasceu dentro desse contexto de exuberância e glória, porém decidiu dedicar-se à vida religiosa. Aos treze anos entrou para o colégio de jesuítas de Châlons e, em 1656, entrou para o mosteiro beneditino de Verdun onde, fiel às regras de São Bento, alternava trabalho manual, leitura e oração, adquirindo sólidos conhecimentos em filosofia e teologia. Em 1668, então com trinta anos, entra para a Abadia Saint-Pierre de Hautvillers. Até à sua morte em 1715, ele fica encarregado da adega e dos produtos da abadia.

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Como bom cristão e devotado a melhor servir ao convento e à igreja, Pérignon percebe que a melhor maneira de trazer glória e dinheiro para uso dela é através da cultura vinícola. Então ele passa a se dedicar de corpo e alma para produzir o melhor vinho possível. Com paciência e obstinação, o jovem monge tratou de recuperar a abadia, pois os depósitos, as adegas e as prensas estavam em ruínas. O seu objetivo: voltar a dar à abadia os meios que lhe faltam tanto e, enquanto isso, restaurar o brilho da pequena comunidade religiosa. Neste país de velha tradição vinícola, a exploração das vinhas e o comércio do vinho constituem, sem dúvida, o melhor produto de comércio.

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Várias técnicas modernas foram criadas por ele, como o assemblage (blend ou corte) de uvas. Foi ele quem primeiro testou fazer vinhos de várias uvas diferentes e de várias safras diferentes. Dedicou-se a viajar pela França para aprender novas técnicas de fabricação. Com Dom Pérignon, a enologia ascendeu à categoria de uma verdadeira ciência!

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E sua grande contribuição ainda estava por vir. À época, as garrafas eram tapadas com cavilhas de madeiras envoltas de estopa embebida de óleo. À procura de um método mais limpo e mais estético, Dom Pérignon teve a ideia de derreter cera de abelhas no gargalo das garrafas, que lhes assegura, assim, uma perfeita vedação. Ao fim de algumas semanas, a maior parte das garrafas explodiu, deixando o monge perplexo. Demorou algum tempo para compreender que o açúcar contido na cera de abelha tinha provocado, em contato com o vinho, uma segunda fermentação provocando uma brusca efervescência. Incapazes de oporem-se à pressão, as garrafas tinham voado das prateleiras. Foi essa feliz má sorte que permitiu a Dom Pérignon descobrir a fermentação em garrafa: “o método champanhês” ou, mais simplesmente o champanhe, acabava de nascer. Embora nada permitisse afirmar com certeza, o monge de Hautvillers teria inventado também a rolha de cortiça.

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Ao provar pela primeira vez a sua criação, Dom Pérignon falou a célebre frase: Venez mes frères, vite, je bois des étoiles! (Venham depressa meus irmãos, pois eu estou provando das estrelas!). A partir daí a lenda dos vinhos surge! Depois de alguns anos a marca e os direitos são comprados pela Moët & Chandon, que depois funde-se com a Henessy e, recentemente, funde-se também com a Louis Vuitton:

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A LVMH hoje é uma holding conhecida por ser a maior produtora de artigos de luxo do mundo! E é ela quem produz o champagne que iremos provar hoje:

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Ele é vendido numa caixa de papelão lindíssima em alto relevo.

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Dentro dela há um encarte falando sobre a safra de 2006:

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Receita de Paella

Precisamos de um prato à altura desse gigante meus amigos! Vou então fazer minha receita favorita: paella. Mas irei incrementá-la com alguns ingredientes de luxo: lagosta, polvo e coquille saint Jacques. O primeiro passo para fazer uma boa paella é fazer um bom caldo de peixe. Para isso usaremos os seguintes ingredientes:

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1 cabeça grande de peixe (robalo é uma boa opção), 3 dentes de alho, 2 tomates (gosto muito do italiano ou holandês), louro, 2 cenouras grandes ou 4 pequenas (a de rama é melhor), salsão, 1 bouquet garni (salsa, cebolinha e manjericão), cabeça de camarão, dez pimentas do reino brancas, sal e meia garrafa de vinho branco. Cubra tudo com água até a boca.

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Meia garrafa de vinho

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O segredo é cozinhar tudo no fogo baixo por aproximadamente 2 horas e meia até o caldo ter retirado todo o sabor dos ingredientes. Enquanto isso precisamos preparar o polvo que iremos utilizar na paella:

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Basta 1 polvo inteiro, duas cebolas, louro, azeite, pimenta e sal. Muito importante: não se deve adicionar água! Ele deve ser cozinhado no seu próprio suco por apenas 15 minutos na pressão!

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É bem triste ver como ele encolhe depois disso!

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Façamos agora o mis-en-place da paella:

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1 pimentão vermelho e 1 pimentão amarelo bem picados

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Use o tomate da sua preferência, o que eu mais gosto é o cocktail!

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Tempere os frutos do mar com limão, sal e pimenta do reino branca e deixo-os apurar o gosto. Aqui estamos usando fora 1 polvo inteiro, 1 quilo de mexilhões, 300g de vieiras, 1kg de lula e 1kg de camarão rosa do grande. Após algumas horas, o caldo de peixe estará pronto. É só coar e colocá-lo numa panela.

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Após o mis-em-place pronto iremos começar a fazer nossa paella. Usando uma paellera (a minha é antiaderente e tem 45cm de diâmetro), coloquemos azeite:

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Alho

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Tomates cortados em pedaços bem pequenos:

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Depois acrescentamos os pimentões:

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Adicionamos 1 colher de páprica (aqui eu estou usando a doce, mas pode ser a picante também):

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E depois de refogados os legumes, acrescentamos os frutos do mar:

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Refogamo-los bem e acrescentamos 1 colher de sal e um pouco de pimenta do reino branca:

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Aqui vai um dos segredos do prato: o tipo de arroz utilizado. Aqui usaremos o arroz bomba espanhol que é próprio para o prato:

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Um dos segredos para não errar na quantidade é encher a panela fazendo um formato de cruz. No nosso caso deu exatamente 1 saco de 1kg:

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Agora vem 300 ml de vinho branco:

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Açafrão a gosto

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Depois iremos refogar até secar um pouco (cerca de 10 a 15 minutos). Depois disso iremos utilizar nosso caldo preparado anteriormente:

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Iremos agora refogar tudo por cerca de 20 minutos ou até reduzir o caldo. Após esse tempo estaremos prontos para colocarmos a lagosta, o lagostim, o camarão gigante e a ervilha torta para terminarmos a preparação do prato.

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Agora precisamos tampar a paellera até o fim da preparação (cerca de 20 minutos)

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Vamos agora montar a mesa

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Vamos fazer nossa degustação comparando-o com o Moët & Chandon (que custa 4 vezes menos) para termos uma percepção da diferença entre os dois.

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Será que teremos o mesmo resultado da degustação Marquês de Casa Concha versus Don Melchor (link)?

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Amigos, acho que esse foi o prato mais gostoso que fiz na vida, acho que estou no céu! Já o resultado entre o duelo foi surpreendente: na minha opinião o Dom perdeu feio para o Moet. Achava que o Dom teria uma complexidade aromática maior por evoluir mais tempo, mas para espanto meu isso não aconteceu. Inclusive pegamos o le nez du vin (link) e percebemos que o moet possui aromas trufados e de pão tostado com brioche que o Dom não apresenta.

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Conclusão

Mais uma vez chegamos à conclusão: vinho mais caro nem sempre é melhor! Melhor ainda é perceber que os espumantes brasileiros de 60 ou 80 reais são até próximos em qualidade (link). Ou seja, se quiser beber um bom champagne, não gaste R$1500, gaste R$80 que a qualidade é quase a mesma! Até mais meus amigos.

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Saquê, culinária japonesa e harmonização com espumantes

 “A idade é melhor vista em quatro coisas: madeira velha para queimar, vinho velho para beber, velhos amigos para confiar e autores antigos para ler.” Francis Bacon

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Introdução

Olá Amigos, primeiramente quero pedir desculpas pela longa demora na atualização do blog, realmente o tempo encontra-se demasiadamente curto. Mas hoje é um dia muito feliz e especial pois é o meu aniversário e irei falar sobre possivelmente minha culinária preferida: a japonesa. O post de hoje será dividido em dois encontros em dois restaurantes maravilhosos: o Isao sushi e o Aoyama.

Sake

De modo a não errarmos quando decidimos harmonizar uma comida com uma bebida, a ciência da harmonização fala em se adotar a harmonização histórica. Há poucos anos atrás o mundo não era globalizado e as pessoas costumavam comer a comida de uma região apenas com o vinho daquela região e com o Japão isso não foi diferente. O sake também é considerado um vinho apesar de ser fermentado do arroz. E, assim como os vinhos possuem diversas categorias tanto de qualidade quanto de diversidade, de semelhante modo ocorre com o sake.

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Assim como existem milhares de tipos de uvas e apenas algumas espécies são próprias para a produção de vinhos (as ditas viníferas), assim ocorre com o arroz. Apenas alguns tipos são próprios para a produção dessa bebida maravilhosa. Esse tipo de arroz é chamado de sakamai no japão.

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A diferença básica entre eles é que o sakamai possui uma maior concentração de amido que o arroz de mesa. Abaixo eu vou deixar o link para um vídeo de apenas 10 minutos onde se ensina como produzir sake na sua residência. É muito bacana porque se pode ter uma ideia de como é feito de forma industrial:

https://www.youtube.com/watch?v=7u4XnOJm3oY

Outro vídeo bacana é esse falando sobre a diferença entre os tipos de sake:

https://www.youtube.com/watch?v=DtbZFzWvTIo

Assim como temos a classificação reservado, reserva e gran reserva, de uma maneira simplória podemos dividir o sake em diferentes classes de qualidade:

Junmai: Sake feito de água, mofo do tipo koji, levedura e a moagem do arroz não possui qualquer tipo de requisito mínimo.

Junmai Ginjo: Sake feito de água, mofo do tipo koji, levedura e a moagem do arroz apresenta o mínimo de 40% moído e 60% de cada grão restante.

Ginjo: Sake feito de água, mofo do tipo koji, levedura e a moagem do arroz apresenta o mínimo de 40% moído e 60% de cada grão restante. A diferença deste para o Junmai Ginjo é a adição de álcool destilado, o que trás um equilíbrio maior a bebida.

Junmai Daiginjo: Sake feito de água, mofo do tipo koji, levedura e a moagem do arroz apresenta o mínimo de 50% moído e 50% de cada grão restante.

E, finalmente temos o sake super premium: o daiginjo.

Daiginjo: Sake feito de água, mofo do tipo koji, levedura e a moagem do arroz apresenta o mínimo de 50% moído e 50% de cada grão restante. A diferença deste para o Junmai Daiginjo é a adição de álcool destilado, o que trás um equilíbrio maior a bebida.

Sushi Isao

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Amigos, esse rodízio que fica localizado na liberdade está, possivelmente, dentre os melhores da cidade (se não for o melhor). O atendimento é maravilhoso e tudo é muito limpo, organizado e uma qualidade realmente impressionante! Abaixo quero deixar mais um vídeo em que o Sr. Isao recebe um prêmio em Dubai pela excelência do seu restaurante. Vale a pena conferir:

https://www.youtube.com/watch?v=IF6p5lOUJwE

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Acho que, fora a qualidade ímpar deles, o que mais me chama a atenção é o rodízio de ostras. Simplesmente deliciosas com o molho feito na casa.

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A qualidade deles é tão superior que o niguiri deles vem envolto numa embalagem individualmente.

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A única crítica que eu possuo em relação ao restaurante é a falta de opções em relação à bebida. Sake só tem dois tipos: o Oseki californiano e o Azuma Kirim nacional. Nenhuma opção de vinhos. Escolhemos então o Oseki Sake Dry.

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Como explicamos acima, ele é enquadrado na categoria junmai. Futuramente aqui no blog faremos um review de um daiginjo.

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Sushi de hokkigai delicioso!

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É impressionante a qualidade e variedade de sushis: sushi de enguia, vieira (coquille saint Jacques) e sashimis variados.

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E o melhor para mim foram as ostras: que delícia!

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Ao final ainda tivemos a oportunidade de conhecer pessoalmente o Sr. Isao, uma pessoa altamente humilde e cativante. Se você gosta de comida japonesa não pode deixar de conferir esse restaurante!

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Aoyama

O segundo lugar em que pudemos degustar uma comida japonesa maravilhosa foi no Aoyama, esse que talvez seja o rodízio de japonês mais conhecido da cidade.

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É um lugar belíssimo e muito fino.

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Se você é um amante inveterado dos vinhos e deseja harmonizar a culinária japonesa com eles, a opção ideal são os espumantes dotados de uma acidez acentuada.

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Hoje vamos de Chandon Brut e Rosé:

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Mas também não podemos nos furtar de degustar um belo sake:

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Oseki

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Dentre as opções do cardápio impera a originalidade. Temos um delicioso tartare de salmão:

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Canapés de salmão com ceviche:

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Temos sushi de salmão com azeite trufado

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Os sushis e sashimis impecáveis:

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Shimeji na manteiga e camarão com lula

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Salmão e Anchova grelhados

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Picanha

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E um dos mais deliciosos: yakissoba de frutos do mar

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De sobremesa temos um petit gateau de doce de leite

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Conclusão

Dois lugares realmente imperdíveis assim como a harmonização dessa culinária tão maravilhosa com espumantes e sake. Viva o Japão!

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Resumo dos posts divididos por seções

 “Dinheiro não compra felicidade, mas compra vinho, que é quase a mesma coisa!” (Anônimo)

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Introdução

Olá amigos, já tivemos vários posts desde o início do nosso blog e esse post tem o objetivo de ser um resumo sucinto e objetivo de cada um deles de forma que, se você perdeu algum conteúdo e/ou deseja revisitá-lo, ele possa ajudá-lo.

Tópicos para Iniciantes

1- Desbravando o mundo do vinho (link para o post)

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O primeiro post do nosso blog foi uma visão geral sobre o que é o mundo dos vinhos e como um leigo pode começar a desbravar essa aventura. Há dicas de nomenclaturas, taças, adegas, etc. Nesse post temos uma dica de como escolher o primeiro vinho e harmonização.

2- Como degustar um vinho (link para o post)

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O segundo post é sobre como um vinho deve ser degustado e sobre as três fases da degustação: o olhar, o nariz e a boca do vinho.

5- História e tipos de copos ou “taças” de vinho (link para o post)

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O quinto post é um estudo sobre a história das taças de vinho e os tipos de taças específicas para cada tipo de vinho.

10- Como um vinho é feito? (link para o post)

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No décimo post do nosso blog há uma explicação completa sobre como um vinho é feito desde o plantio até a garrafa. Termos como terroir, assemblage, reservado, reserva, gran reserva, etc são explanados nesse post.

37- Evento enogastronomico e minicurso de vinhos (link para o post)

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Evento contendo um curso com uma degustação completa desde o hors d’oeuvre até a dessert. Um dos posts mais completos do blog. Vale a pena conferir!!

40- Evento de comemoração Le Grand Chef (link para o post)

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Evento comemorativo de 1 ano de blog. Participação de chefs famosos com ex-participantes do masterchef.

43-Harmonizando vinhos com feijoada (link para o post)

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Esse é um post único sobre como harmonizar feijoada com vinhos e/ou espumantes. Temos também um review de 3 grandes vinhos.

45-Harmonizando Bobó de Camarão e Moqueca com Vinhos (link para o post)

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Esse é um post único sobre como harmonizar bobó de camarão e moqueca com vinhos. Falamos sobre um grande chardonnay brasileiro, um grande sauvignon blanc neozeolandês, um viognier e vários rosés.

50-Tucupi e harmonização de comida paraense com vinhos (link para o post)

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Breve resumo da culinária paraense explicando como o tucupi é feito e sobre como harmonizar vinhos com essa culinária tão rica!

54-Vinícola Góes em São Roque, Quinta do Olivardo e o maravilhoso Philosofia (link para o post)

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Primeira visita a uma vinícola do blog com review de quase todos os vinhos famosos da Góes / Casa Venturini. Review do clássico philosofia junto com o magnífico restaurante português Quinta do Olivardo. Alheira, leitão à bairrada e pastelzinho de Belém.

64- Le nez du vin, bardega e mix de clássicos (link para o post)

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Post sobre como aprender sobre vinhos com dicas de livros, curso de aromas (le nez du vin) e sobre onde degustar clássicos. Falamos sobre o supertoscano (bolgheri – o quarto B da Itália), o top da Catena Zapata, Châteauneuf du Pape, vinhos do país basco, pêra manca, chablis, vinho laranja e dois grandes clássicos de bordeaux: um do pomerol e um do médoc.

Tópicos específicos por país/uvas/harmonizações

Quem acompanha o blog desde o começo sabe que ele está todo escrito na perspectiva país/uvas/harmonizações. Falamos sobre como obter o máximo de cada país usando um vinho como exemplo e um prato para harmonização.

Chile/Cabernet-Sauvignon

3- Degustando uma lenda: Casillero del Diablo (Cabernet Sauvignon) (link para o post)

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Primeira degustação do nosso blog! Escolhemos o vinho Casillero del Diablo Cabernet-Sauvignon como escolha para nossa entrada no mundo dos vinhos. A escolha da harmonização foi com Filet Mignon ao Molho Madeira. No post há um passo a passo completo sobre como uma degustação deve ser feita e a história da lenda do casillero del diabo.

25- Don Melchor, o melhor vinho chileno e a churrascaria Vento Haragano (link para o post)

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Degustação do melhor Cabernet-Sauvignon do Chile e, possivelmente, do mundo: Don Melchor numa churrascaria top de São Paulo: Vento Haragano.

Argentina/Malbec

4- Malbec, Churrasco, Shangri-la e afins (link para o post)

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No nosso quarto post explicamos porque a Malbec da Argentina é a uva mais perfeita para ser usada num churrasco, falamos sobre a história da Malbec e dos vinhos da Argentina e degustamos três vinhos:

1-Ampakama malbec 2015

2-Fuego Negro malbec 2015

3-Nieto Senetiner malbec 2013

13- Hambúrguer Gourmet: harmonização com cervejas e vinhos (link para o post)

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Nesse post mostramos vários exemplos de como combinar o hambúrguer gourmet com cervejas e vinhos específicos e, principalmente, com a uva malbec da Argentina. Há também a história do hambúrguer.

48-Duelo de Malbec Francês-Argentino, Fuller’s Vintage Ale e Receita de Hambúrguer Artesanal (link para o post)

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Receita de hambúrguer artesanal, duelo entre um malbec francês e um argentino e uma cerveja lendária.

60-Degustando vinhos em Buenos Aires e em Montevideo junto com o lendário bife de chorizo angus (link para o post)

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Post sobre Buenos Aires e Montevideo falando sobre como harmonizar o famoso bife de chorizo com o malbec da Argentina e o Tannat do Uruguai.

Estados Unidos/Zinfandel/White Zinfandel

6- Zinfandel, Primitivo e Costelinha do Outback (link para o post)

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No sexto post falamos sobre os vinhos dos Estados Unidos e a história da viticultura do país citando nomes como Robert Mondavi e o Julgamento de Paris. Mostramos como preparar uma costelinha do estilo Outback e como harmonizá-la com a uva mais famosa do país: a Zinfandel.

12- White Zinfandel, Vinho Rosé e Salmão ao Molho de Alcaparras (link para o post)

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No décimo segundo post o assunto é o vinho mais consumido dos Estados Unidos: White Zinfandel. Preparamos também uma receita de salmão ao molho de alcaparras como harmonização.

Uruguai/Tannat

7- Tannat, Uruguai e Parrilla (link para o post)

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O sétimo post foi sobre o Uruguai e sobre a produção do melhor tannat do mundo. Degustamos um dos vinhos dessa uva eleito como um dos melhores do mundo: Rio de Los Pájaros Tannat 2013. A harmonização foi com Parrilla.

Chile/Chardonnay

8- Chardonnay, Camarão na Moranga e Cepas brancas (link para o post)

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No oitavo post falamos sobre a uva branca mais famosa do mundo: a Chardonnay. Ensinamos também como fazer uma receita nordestina deliciosa de camarão na moranga.

33- Harmonizando frango assado com vinhos brancos e rosés (link para o post)

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Nesse post mostramos como harmonizar frango na brasa com vinhos brancos ou rosés. Há vinhos do chile (chardonnay), rosés franceses, argentinos, áfrica do sul, etc.

Chile/Carmenère

9- Carmenère, Frango Assado e Estrela Chilena (link para o post)

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O nono post foi sobre a uva que é estrela no Chile: a Carmenère. Ensinamos também como harmonizá-la com um frango de padaria.

Brasil/Bento Gonçalves

11- Merlot, Bento Gonçalves e Pizza Gourmet (link para o post)

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Nosso primeiro post sobre os vinhos brasileiros e nossa excelente merlot. Tivemos uma degustação do famoso Salton Desejo Merlot 2008 junto com uma explicação sobre os vinhos Merlot e ensinamos como fazer uma pizza gourmet.

49-O pão líquido, hidromel e receita de pizza com harmonização (link para o post)

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Aperfeiçoamento da primeira receita de pizza, o pão líquido, hidromel, beaujolais villages e o valpolicella.

Champagnes/Espumantes

14- Champagne, Lagostim, Agulhinha Frita com Prosecco e Espumantes Nacionais (link para o post)

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No décimo quarto post falamos tudo sobre champagnes, espumantes, proseccos, etc. Tem história, processo de fabricação e harmonização com cauda de lagostim e filet de agulhinha frita.

17- Peru de Natal, Ceia com Pinot Noir e Espumantes Nacionais (link para o post)

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Nesse post demos exemplos de vários espumantes do nordeste de bom custo benefício para usarmos na nossa ceia natalina. Há também um delicioso Pinot Noir Chileno: Ventisquero.

18- Spritzer, Peru, Pernil e Salmão com Espumantes Nacionais e a lendária cachaça: Anísio Santiago (link para o post)

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Esse post foi sobre como fazer uma ceia natalina ou de réveillon com bons espumantes nacionais da região de Bento Gonçalves como o Salton. Ensinamos também como fazer uma bebida com vinho interessante para o verão: Spritzer. Falamos sobre as Aguardentes vínicas e a lendária cachaça Anísio Santiago.

47-Natal, Réveillon, o Quinto Melhor Vinho do Mundo e Duelo de Champagne Francês versus Espumante Brasileiro (link para o post)

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Mais um post sobre ceia de Natal e Ano Novo com dicas de harmonizações. Falamos sobre dois dos melhores vinhos Brasileiros: o Salton Talento e o Salton Desejo e também sobre o quinto melhor vinho do mundo: espumante moscatel Casa Perini. Ao fim do Post temos o aguardado duelo entre champagne francês e espumante brasileiro.

66-Paella com lagosta e vieira e duelo de Dom Pérignon versus Moët & Chandon (link para o post)

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Amigos, esse post é a continuação do post de número 47. Nele vamos descobrir se há uma diferença grande entre um vinho de R$300 ou um vinho de R$1500. Há também a história do champagne e do Dom Pérignon.

Itália/Pinot Grigio

15- Lagosta, Caviar e Churrasco com Pinot Grigio e Marquês de Casa Concha (link para o post)

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Esse post foi sobre como ir a um restaurante que serve frutos do mar e churrasco ao mesmo tempo. Harmonizamos lagosta, caviar e outros frutos do mar com um italiano da bodega Sachetto com a uva Pinot Grigio e o churrasco com o maravilhoso chileno Marquês de Casa Concha Cabernet-Sauvignon.

Nova Zelândia/Sauvignon Blanc

16- Ostra Crua, Guaiamum com Polvo e Sinfonia Marítima com Sauvignon-Blanc Neo-Zeolandês (link para o post)

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Nesse post falamos sobre os melhores vinhos produzido com a uva Sauvignon-Blanc do mundo: os da Nova Zelândia. Harmonizamos um produzido por Peter Yealands com uma sinfonia marítima, ostras e guaiamum.

França/Borgonha/Pinot Noir

19- Foie Gras, Escargot, Coq au Vin e Pinot Noir da Borgonha (link para o post)

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Esse foi o primeiro post que começamos a falar sobre os vinhos e culinária da França. Degustamos um bom Pinot Noir da Borgonha com um Foie Gras, Coq au Vin e Escargots.

França/Languedoc-Roussillon/Pinot Noir

58-Espetinho do Tião com vinhos, languedoc-Roussillon e degustação de cervejas belgas (link para o post)

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Post dedicado à harmonização de espetinhos com vinhos, Languedoc-Roussillon e degustação de cervejas belgas.

34- Coq au vin, queijos e vinhos franceses, chartreuse e degustações de pinot noir (link para o post)

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Nesse post temos um passo a passo completo da receita de um coq au vin, harmonização com queijos franceses, degustações múltiplas de Pinot Noir da Argentina, Chile, EUA e Borgonha (França). Temos também licores franceses e a famosa Tarte Tatin com sua história.

Israel/França

44- Vinhos de Israel, culinária francesa e receita de steak tartare (link para o post)

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Continuação do post sobre a culinária francesa, falando sobre o magret de canard, o cassoulet, o steak tartare, o Foie Gras em Escalope e três clássicas sobremesas francesas: o crème brûlée, a tarte de mille feuille e a torta opera. Ao fim do post temos também uma receita de steak tartare.

Brasil/Vale do São Francisco/Bulgária

20- Vale do São Francisco, Bulgária, Alentejo e o Melhor Uísque do Mundo (link para o post)

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Esse post é uma compilação da degustação de vários vinhos e do melhor uísque do mundo: o Macallan. Há uma breve história sobre vinhos no sertão nordestino e sobre os vinhos da Bulgária.

França/Hermitage/Syraz

21- Boeuf Bourguignon, a melhor cerveja do mundo e a lenda do vinho Hermitage (link para o post)

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No nosso segundo post com o intuito de desbravarmos a França falamos sobre os melhores Syraz do mundo (Crozes-Hermitage), a melhor cerveja do mundo (Westvleteren 12) e ensinamos como fazer um Boeuf-Bourguignon.

Portugal/Douro/Alentejo/Porto

22- Paleta de cordeiro com batatas aos murros, vinhos do douro e pinot noir californiano com queijo Serra da Estrela (link para o post)

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Primeiro post do nosso blog a adentrarmos no mundo Português. Excelentes vinhos do Douro e do Porto. Exemplar máximo de referência para queijos portugueses.

24- Pato alentejano assado com batatas aos murros, arroz de pato e bacalhau à moda nona com vinhos portugueses e a Cannonau di Sardegna (link para o post)

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Segundo post sobre Portugal e seus vinhos. Esse post completa o post 22. Tudo o que você precisa saber sobre Portugal, seus vinhos e sua culinária encontram-se nesses dois posts.

Espanha/Albariño/Vale do São Francisco/Portugal

23- Paella de Frutos do Mar com Albariño, Sauvignon Blanc Gran Reserva, Castello D’Alba Vinhas Velhas e Paralelo 8 (link para o post)

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Post maravilhoso e recheado de degustações lendárias como o Castello D’Alba Vinhas Velhas do Douro e o Paralelo 8 do Vale do São Francisco. Ensinamos também como fazer uma paella de frutos do mar e harmonizá-la com a maravilhosa uva Albariño.

Alemanha/Argentina/Espanha/Paella

39-Paellas Pepe, Gewürztraminer Alemão, Torrontés Argentino, Cava Espanhola e show de Flamenco (link para o post)

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Mais um post sobre Paella, dessa vez fazendo o review do restaurante célebre Paellas Pepe junto com a degustação de uma cava Espanhola, um Gewürztraminer Alemão e um Torrontés Argentino.

Brasil/Minas Gerais

26- Culinária Mineira com a melhor cachaça do mundo e com uma boa cerveja e vinho mineiros (link para o post)

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Post totalmente dedicado à culinária, vinhos e cervejas de Minas Gerais. Há a degustação da melhor cachaça do mundo (Vale Verde 12 anos) e a visita à melhor cervejaria do Brasil: a Wäls.

Chile/França

27- Coquilles-saint-jacques, estrela francesa e um bom vinho chileno (link para o post)

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Post sobre um ícone da culinária Francesa: o Coquilles-saint-jacques harmonizado com um Chardonnay Chileno.

Líbano/África do Sul/Comida Árabe

28- Vinhos do Líbano, Comida árabe e o pinotage da África do Sul (link para o post)

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Post dedicado inteiramente à culinária árabe com vinhos do Líbano Brancos e Tintos e o famoso Pinotage da África do Sul. Inclui também degustações de vinhos do mediterrâneo e outras bebidas.

Cervejas Champenoises

29- Camarão à Húngara, cerveja Deus e a champenoise brasileira Wäls (link para o post)

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Degustamos a lendária cerveja Deus junto com uma champenoise brasileira: a Wäls. Aprenda também como fazer um Camarão à Húngara.

Alemanha/Alsácia/Riesling

30- Culinária alemã: Eisbein à pururuca com a melhor uva branca do mundo (Riesling da Alsácia) (link para o post)

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Esse post foi sobre a culinária Alemã junto com a uva mais famosa da Alemanha e eleita como a melhor branca do mundo: a Riesling.

51- Pisco, Riesling Alemão, Leitão à Pururuca com feijão tropeiro e harmonização com vinhos (link para o post)

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Pisco, receita de Leitão à pururuca e pernil de porco. Harmonização com Riesling Alemão e Carmenère Chileno. Receita de pão com azeitonas.

Austrália/Chile/Shiraz/EUA/Pinot Noir/África do Sul/Cabernet Sauvignon 

32-Fettuccine verde ao molho pomodoro, frango na cerveja e duelo de shiraz australiano com chileno (link para o post)

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Post sobre o duelo entre um shiraz australiano e um chileno. Características gerais da shiraz, pinot noir americano e um cabernet sauvignon da áfrica do sul.

Chile/ França/Bordeaux

35-Teste cego de Bordeaux Chileno Versus Grand Vin de Bordeaux (link para o post)

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Post sobre o duelo entre um bordeaux chileno e um francês. Características gerais de um teste cego com história e resultado do embate com um Gigot D’agneau.

Espanha/Tempranillo/Argentina/Malbec/Portugal/Douro

36-Tempranillo Espanhol, Malbec Argentino, Churrasco e afins (link para o post)

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Post com ênfase na uva tinta espanhola mais famosa: a tempranillo. Também possui vários assuntos como alguns vinhos malbec da Argentina harmonizando com churrasco, um do douro, alguns uísques e várias opções de vinhos na faixa de R$ 30.

Itália/Barbera/Primeiro B da Itália

38-Primeiro B da Itália e a Mezzaluna à Mama di Lucca (link para o post)

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Primeiro post da série os 5 Bs da Itália. Falamos sobre a uva Barbera e como harmonizá-la no restaurante que é um ponto turístico do São Paulo: a Famiglia Mancini. Prato: Mezzaluna à Mama di Lucca.

Itália/Barolo/Segundo B da Itália

41-Segundo B da Itália, Prosecco, Barolo, Bordeaux, Icewine e Evento Italiano (link para o post)

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Segundo post da série os 5 Bs da Itália. Nele abordaremos o Barolo, o Prosecco, o Icewine, alguns Grand Vin de Bordeaux, vinhos espanhóis, chilenos e portugueses. Temos também uma comparação de tanicidade entre o Barolo e o Pinot Noir.

Itália/Brunello di Montalcino/Terceiro B da Itália

52-Terceiro B da Itália, Brunello di Montalcino e a Casa do Porco (link para o post)

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Post sobre o Brunello di Montalcino e sobre a Casa do Porco do chef Jefferson Rueda

55-Rosso di Montalcino, o pequeno brunello, vinho da sicília, foie gras e o maravilhoso presunto serrano pata negra (link para o post)

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Post continuação do brunello dessa vez falando sobre sua versão mais simples: o Rosso di Montalcino. Temos também grandes vinhos chilenos, um vinho siciliano estupendo, foie gras e o estupendo presunto serrano pata negra!

Itália/Primitivo

42-Primitivo di Manduria, o melhor vinho do mundo e um delicioso polpettone com mix de cervejas (link para o post)

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Post sobre meu vinho tinto preferido (primitivo di mandúria) e sua perfeita harmonização com o polpettone e linguine fresco. Falamos também sobre o lámen, a cervejaria nacional e uma boa opção de vinho brasileiro barato.

Itália/Primitivo/Negroamaro/Nero di Troia

61-Puglia, Orecchiette ao sugo, a Ilíada e o lendário Nero di Troia (link para o post)

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Post com temática da região da puglia, com primitivo, negroamaro e a lendária nero di troia. Temos também a orecchiette ao sugo e a bracciola.

Grécia/Agiogirtiko

46-Lambrusco, Vinho Grego e Gigot D’Agneau com Batatas Rústicas ao Aiöli (link para o post)

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Post sobre os vinhos da Grécia com uma breve explicação sobre a história do vinho. Falamos também sobre o lambrusco e temos também uma receita de Gigot D’Agneau na churrasqueira junto com batatas rústicas ao Aiöli.

Áustria/Grüner-Veltliner/Hungria/Córsega/Brunello di Montalcino

53-Áustria, Hungria, Brunello di Montalcino com Pinot Noir da Córsega e Risoto de Manga com Camarão e Paillard de Mignon (link para o post)

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Post sobre os vinhos da Áustria, Hungria, Córsega e o famoso brunello di montalcino. Palmito pupunha na brasa com pesto, risoto de camarão com manga e paillard de mignon com limão.

Ucrânia/Rússia

56-Culinária Russa (Draniki, Pelmeni, Borscht e Torta Napoleão) com vinho da Ucrânia e outras harmonizações (link para o post)

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Post sobre a culinária russa e harmonizações. Temos Draniki, Pelmeni, Borscht e Torta Napoleão. Temos também um grande vinho da Ucrânia.

Croácia/Argentina

57-Croácia, Rede de Pescador e o lendário Catena Zapata (link para o post)

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Post sobre a croácia e seus grandes vinhos. Falaremos também sobre o restaurante coco bambu e seu famoso prato rede de pescador e finalizaremos com chave de ouro falando sobre a o melhor malbec do mundo e a churrascaria Fogo de Chão.

Inglaterra

59-Fish and Chips, Chardonnay Americano e Duelo de Espumantes (link para o post)

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Post especial sobre a culinária inglesa e seu prato mais famoso: o fish and chips incluindo um review de um lugar que produz esse prato em São Paulo e uma receita completa do Gordon Ramsay. Temos um duelo de espumantes e um review sobre a taça gota. Finalmente temos um review de um chardonnay americano.

Japão

62-Saquê, culinária japonesa e harmonização com espumantes (link para o post)

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Post sobre a culinária japonesa com o sake e seus variados tipos. Temos também a harmonização com espumantes.

Geórgia/França

63-Geórgia, l’entrecôte, sauternes e receita de brioche (link para o post)

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Post sobre o país berço da cultura vinícola. Breve histórico da cultura do vinho, análise dos dois bistrôs: L’entrecôte d’Olivier e L’entrecôte de Paris e, finalmente, uma receita de brioche.

Romênia

65-Romênia, a História do Drácula e do Apocalipse Zumbi, Calvados e degustação misteriosa com Angus (link para o post)

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Amigos, esse post é sobre a Romênia e sobre a história do Drácula e do apocalipse zumbi. Temos a análise de duas grandes churrascarias de São Paulo: a Barbacoa e a NB steak, falamos sobre o calvados, o alma negra mistério e o Casa Valduga Villa-Lobos.

Coquilles-saint-jacques, estrela francesa e um bom vinho chileno

“Diz-se «in vino veritas», mas diz-se também que a verdade está no fundo de um poço; logo é um poço cheio de vinho.” Raymond-Claude-Ferdinand Aron

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Introdução

Amigos, hoje o post será breve, pois falaremos rapidamente sobre uma das maiores iguarias francesas e uma das coisas mais gostosas que já comi na vida: o coquilles-saint-jacques.

Cervejas

Antes de falarmos sobre o prato principal, vamos falar sobre algumas excelentes cervejas. A primeira delas é uma witbier muito saborosa: a Hoegaarden.

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A semente de coentro e a casca de laranja encontram-se muito bem harmonizados nessa cerveja, quem não provou vale a pena provar.

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Essa segunda weissbier é bastante famosa por ser produzida pela cervejaria mais antiga do mundo que ainda encontra-se em atividade: a Weihenstephaner. Weihenstephan é uma cervejaria e uma marca de cerveja da região alemã da Baviera. É considerada a cerveja mais antiga do mundo (artesanal ou industrial), sendo vendida desde 1040 e fabricada desde os anos 800.

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Essa terceira é bastante diferente das outras e confesso que não foi muito de meu apreço. Acredito que eles erraram na mão na quantidade de casca de laranja que ela possui. Mas não deixa de ser uma boa cerveja.

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No Brasil esse molusco é muito raro de se encontrar até mesmo em casas mais especializadas. Aqui ele é vendido com o nome de vieira:

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Coquilles Saint Jacques, em peixaria. Foto de David Jones no Flickr

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Ele é um prato famosíssimo na França principalmente no inverno.

Bravo Bistrô

Amigos, quero deixar aqui registrado uma excelente opção de bistrô em São Paulo. Confesso que me surpreendi muito positivamente com o lugar. Bem aconchegante e com excelente atendimento. Fica localizado na Mooca.

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Abaixo segue-se o link para o site deles:

http://bravobistro.com.br/

Como escolha de vinho para acompanhar as vieiras escolheremos um clássico: Brisa Chardonnay Vistamar.

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E para acompanhar uma boa massa de frutos do mar vamos de um rosé italiano bem fresco:

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Para entrada escolhemos umas bruschettas deliciosas:

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E como prato principal escolhi as vieiras:

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Minha esposa escolheu o Tagliatelli ao Frutos do Mar

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Conclusão

Com certeza esse foi um dos pratos mais gostosos que eu já comi na vida. Recomendo com empenho o bistrô!!

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